sábado, 31 de março de 2012

Fiuk quer morar com namorada, mas ficou assustado com os vários casamentos do pai, Fábio Jr.


Fiuk imagina casamento mas não tem pressa: ‘Vi muito contrato. Isso me assustou um pouquinho”, diz o cantor sobre os relacionamentos do pai, Fábio Jr. 
Foto: Fábio Guimarães Carol Campanharo

Se na novela “Aquele beijo”, Fiuk não tem preferência entre a sensual Brigitte (Juliana Didone) e a quietinha Belezinha (Bruna Marquezine), fora dos estúdios o ator tem um tipo de mulher bem definido: discreta, certinha e, famosa de jeito nenhum! Para o ciumento, manter-se distante dos holofotes é pré-requisito. Namorado de Natália Frascino há mais de quatro anos, o filho do "pegador" Fábio Jr. quer juntar as escovas de dentes com a produtora de moda ainda este ano. No entanto, parece ter aprendido bastante com os relacionamentos afetivos do pai.

— A gente dorme junto sempre que pode, mas está rolando um sonho de juntar. Casamento é consequência. Vi meu pai se casar muitas vezes, né? Então, vi muito contrato. Isso me assustou um pouquinho. Amor não é contrato. A gente vai casar, mas na hora certa, um passinho de cada vez. Não dá para colocar a carroça na frente dos bois. O amor não é gostoso quando é cheio de pretensão — filosofa o escorpiano, nada despachado nas questões afetivas.

Mesmo assim, o ator não descarta a ideia do "sim" mais para a frente.

— Não penso em me casar numa igreja, praia tem mais a minha cara. Prefiro um local em que me sinta tranquilo, à vontade, e cercado de pessoas legais, que a gente gosta, poucos amigos e tal. Não me vejo naquela festa careta. Um fotógrafo na areia, um padrezinho ali, um tapetinho, umas cadeirinhas com amigos... Está bom demais — planeja ele, que não tem religião definida, apesar de começar a acreditar em outras vidas.

Pai herói

Apaixonado pelo pai, com quem tem uma relação carinhosa e cheia de cumplicidade, Fiuk cita o cantor o tempo todo, embora se orgulhe de ter deixado para trás o rótulo de "filho do ídolo" e escrever sua própria história:

— Graças a Deus, meu nome é forte. Hoje, nem de Agenor me chamam muito na rua.

Na carreira musical, Fábio Jr. também serve de exemplo para Fiuk.

— É até engraçado, porque hoje, de vez em quando, a gente inverte os papéis e eu acabo ensinando as coisas para ele — conta Fiuk, que, em função das agendas de shows dele e de Fábio, só consegue ver o pai herói uma vez por semana ou a cada quinze dias.

Fonte: G1

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